sexta-feira, 18 de junho de 2010

Inscrições no ProUni terminam neste sábado.

As inscrições no Programa Universidade para Todos (ProUni), que concede bolsas de estudo parciais e integrais em instituições de ensino superior, vão até amanhã (19) no site www.mec.gov.br. O resultado da primeira chamada estará disponível no próximo dia 21.

Podem concorrer às bolsas os candidatos que tenham realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2009 e alcançado, no mínimo, 400 pontos na média das cinco notas do exame, que cursaram o ensino médio em escola pública, ou em caso de escola particular, como bolsista integral.
Podem concorrer às bolsas integrais os estudantes com renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. As parciais são para os candidatos com renda familiar de até três salários mínimos por pessoa.

terça-feira, 15 de junho de 2010

MEC abre inscrições para mais de 60.000 bolsas do ProUni.


Começa hoje (15) e vai até sábado, dia 19, o período de inscrição para o Programa Universidade para Todos (ProUni). São oferecidas 60.488 bolsas – 39.113 de custeio integral e 21.375 que custeiam 50% da mensalidade – em 1.225 instituições de ensino superior. Podem concorrer à bolsa integral candidatos com renda familiar mensal de até um salário mínimo e meio por pessoa (R$ 765). À bolsa parcial podem se candidatar aqueles cuja renda familiar mensal por pessoa não seja superior a três salários mínimos (R$ 1.530).
O processo seletivo será feito em uma única etapa, com seis chamadas subsequentes, e os interessados em participar da seleção deverão se inscrever exclusivamente pela internet, no endereço http://www.mec.gov.br/.
Para concorrer a uma bolsa, o candidato deve ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou em colégio particular como bolsista; ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2009 e alcançado no mínimo 400 pontos na média das cinco provas. O candidato poderá fazer até três opções de curso e instituição.
Também podem se inscrever professores da rede pública de ensino básico interessados em cursos de licenciatura, normal superior ou pedagogia. Para esses candidatos não se aplica o critério da renda.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Em queda livre nas pesquisas, Serra se agarra a Quércia.


Até ontem, José Serra (PSDB/SP) evitava aparecer em fotos ao lado de Orestes Quercia (PMDB/SP), a quem acusava no passado de fisiologismo e coisas piores.

Quércia foi político a vida toda, entrou pobre na política, e hoje tem uma das maiores fortunas, entre todos os políticos do Brasil. Por isso e por outras denúncias, em São Paulo, Quércia só perde para Paulo Maluf, em termos de imagem associada com a corrupção no imaginário popular, e perde por pouco.

Serra acreditava que Quércia poderia tirar votos, por ter alta rejeição no eleitorado paulista e também má imagem nacional. O problema é que Serra agora está sem votos. Quase não tem mais votos a perder, então, agora, apela para ciscar votos no terreiro de Quércia.

Hoje, aparecem sorridentes, lado a lado, fazendo campanha em um reduto demo-tucano, ligado ao "movimento CANSEI": na Associação Comercial de São Paulo, entidade ligada ao ex-secretário de Serra, Guilherme Afif Domingues, e candidato a vice de Alckmin.

Afif, em 2008, discursando na cidade de Mauá/SP, como secretário de Serra, insinuou que cariocas e baianos seriam "vagabundos", como se ainda pertencessem à nobreza da côrte imperial do passado, e insinuou o mesmo também para os beneficiários do bolsa-família:

"O Banco do Povo tem a cara do paulista, porque é feito para o trabalhador e nós gostamos de trabalhar. Isso desde os tempos do Brasil Império, porque aquele pessoal da côrte não gostava muito de trabalhar, não. Só chegamos onde chegamos por essa distância da côrte. Até hoje, onde ainda há tentáculos dessa cultura, existe essa falta de cultura do trabalho. Por isso há no Brasil essa situação em que alguns trabalham e pagam pelos benefícios dos que não trabalham".

Voltando à visita de Serra e Quércia, lá visitaram o impostômetro, uma impostura para deturpar a discussão honesta sobre reforma tributária no Brasil. Ao lado do impostômetro deveriam instalar o sonegômetro, para medir a sonegação dos maus empresários.